07 outubro 2007

Memória


Havia no meu tempo um rio chamado Tejo
Que se estendia ao Sol na linha do horizonte.
Ia de ponta a ponta, e aos seus olhos parecia
Exactamente um espelho
Porque, do que sabia,
Só um espelho com isso se parecia.
poema da memoria -António Gedeão

1 comentário:

Anónimo disse...

Extraordinário! António Gedeão, este poeta que mais parece um espelho para mim(como o "seu" Tejo, para ele).
A foto também muito bonita.