Havia no meu tempo um rio chamado Tejo
Que se estendia ao Sol na linha do horizonte.
Ia de ponta a ponta, e aos seus olhos parecia
Exactamente um espelho
Porque, do que sabia,
Só um espelho com isso se parecia.
Que se estendia ao Sol na linha do horizonte.
Ia de ponta a ponta, e aos seus olhos parecia
Exactamente um espelho
Porque, do que sabia,
Só um espelho com isso se parecia.
poema da memoria -António Gedeão

1 comentário:
Extraordinário! António Gedeão, este poeta que mais parece um espelho para mim(como o "seu" Tejo, para ele).
A foto também muito bonita.
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